14 de março de 2015

Papo - secos

Em tempos tive uma máquina de fazer pão.
A Joana não gostava do pão quando era lá feito, e só para mim era pão a mais, desisti de fazer pão e dei a máquina.
Esta semana pensei em voltar a fazer, uma massa leve de pão branco que pudesse ser cozido no forno.
Ficaram muito boas e são muito parecidas  com umas bolinhas que se vendem num café aqui bem proxímo.
Ás vezes quando chego do trabalho mais cedo, ainda as consigo comprar quentinhas.
É chegar a casa e comer logo uma com manteiga, sabem tão bem...

Estas não ficaram muito diferentes, fofinhas e acabadas de fazer foram logo devoradas.
Para a próxima só tenho de colocar um pouco mais de sal.
Também já li algures que se pode fazer a massa, deixar levedar fazer as bolinhas e congelar individualmente, depois é só tirar do congelador, deixar descongelar e levar ao forno.
É mais facil ir comprar!. Pois é mas não são feitas por nós...

10 de março de 2015

Onde está o Wally?

 A mãe era um pouco mais velha do que eles e passava horas agarrada a estes dois livros. Onde estará o Wally?
Ela encontrava-o.


 Depois os livros foram guardados e há alguns anos foi a vez da tia procurar o menino de camisola às riscas e gorro.



 Agora é a vez deles o procurarem.




Escondido entre batalhas com valentes soldados, no meio do baile no Palácio, perdido nas ruas de uma cidade, ele está lá...





Enquanto eu preparo o jantar eles ficam entretidos na  procura do Wally. Encontram-no sempre e tenho cá para mim que um destes dias já tem as páginas decoradas e vão logo direitinho ao sitio onde ele está.

E por aí alguém sabe onde está o Wally?

" Quem diz que o Mundo é de quem acorda cedo?. O Mundo é de quem acorda feliz!"

9 de março de 2015

Começo de dia

A flor foi oferecida pelos netos, o bolo e o sumo feito por mim.


A mesa posta sem etiquetas e requintes como vejo por aí e que me deixam a babar, mas que não sei fazer por isso fica assim simples.



Comemos, começamos o dia bem de ontem!...

7 de março de 2015

"Vi por aí" Monstros Azuis

As tintas e pinceis oferecidos por empresas da zona.
As mãos voluntárias e com jeito para as pinturas, deixaram os caixotes do lixo do meu bairro muito mais bonitos, há vários grupos pintados assim.
De monstros cinzentos e sem graça passaram a monstros azuis de olhos grandes.
Eu gostei!.


Agora só falta que aquelas pessoas que tinham medo de abrir a tampa dos mosntros cinzentos e colocavam os sacos do lixo ao seu lado, percam o medo, abram as tampas destes e os alimentem.
Afinal é para isso que eles ali estão para "comer" os nossos sacos de lixo.


Ouviram gente!
Sejam limpinhos como manda as regras da boa educação e deitem o lixo nos contentores, sejam eles cinzentos, amarelos ou roxos às bolinhas verdes...

4 de março de 2015

Há bolo ao fim de semana.

É raro o fim de semana em que não sai do forno um bolo.
Normalmente são bolos simples sem cobertura que se podem guardar e ir comendo durante vários dias, mas neste final de semana fiz um com recheio e cobertura.
A cobertura pedia entre outras coisas amendoim doce triturado.
Não tinha em casa nem sequer sabia o que era.
Não encontrei nenhuma embalagem à venda com amêndoins doces encontrei uns pequenos rectângulos de nougat embrulhados numa película transparente amarela.
Vieram-me  à memoria os anos de infância quando ia-mos a Lisboa, (o que era sempre uma festa...) e ainda antes de sair de casa já eu massacrava a minha mãe durante horas com o pedido de :
- Mãe compras-me amendoins?
Havia nessa altura vendedores ambulantes que andavam nos barcos a vender pacotes de nougat e de rebuçados a dois escudos e cinquenta centavos.
Fazia parte da viagem sentar-me no banco no lugar mais próximo da janela a degustar o mimo recebido e de joelhos olhava pela janela enquanto via no Tejo os golfinhos que nos acompanhavam na travessia.
Não me lembro de ter comprado em adulta o dito nougat, mas agora ao comer cada fatia de bolo, o mesmo sabe-me a memórias de outros tempos.








1 de março de 2015

Queria praticar jardinagem mais nada!...


A dona não gostou que eu andasse a esgravatar no vaso dos cactos. 
Quer dizer, eu só espalhei um bocadinho de terra,  ainda ficou alguma dentro do vaso, e desta vez nem comi as flores (são muito rijas)
Quando a Joana entrou na sala e viu a minha jardinagem chamou pela mãe, (esta miúda ás vezes irrita-me não sabe ficar calada.)
A mãe quando viu a decoração nova da sala ia-lhe dando uma coisa má e ficou muito zangada comigo.
Eu não percebi o  porquê daquele alarido todo, pois para mim a mesa até ficou muito mais bonita
Amuei e fui para a varanda.
Ficamos o resto do dia zangadas.


28 de fevereiro de 2015

Só tu e eu!...

Fiz pela primeira vez uma receita que há muito tinha debaixo de olho.
Bolo de chocolate e beterraba.
A Joana não gostou diz que sabe muito a café ( nem sabe que tinha beterraba senão acho que nem tinha provado) eu gostei mais ou menos, assim assim, coisa e tal!








Faz-me lembrar uns bolos que comprava nas pastelarias quando andava da escola, "nem sei se ainda há à venda", eram chamados de "pirâmides" eram pequenos pontiagudos e cobertos com chocolate.

Como a Joana não gostou de ti,  enquanto ainda houver uma fatia, somos só nós,  tu e eu meu bolinho de beterraba.
Bom vá e uma chávena de chá a acompanhar!

Bom fim de semana.

25 de fevereiro de 2015

Acabada.

Perdi a conta de quantos novelos comprei.
Não sei calcular as horas passadas até que ficasse acabada.
Houve alturas em que desisti, houve meses em que não saiu de dentro do cesto, mas finalmente ficou acabada. 
A minha primeira manta de lã.

Esta é  função a que foi destinada, servir de tapa pés.
Li algures que é este o nome dado às mantas dobradas e colocadas ao fundo da cama.
Nas noites mais frias basta desdobra-la e puxa-la para cima.



Acho-a muito bonita, a minha mantinha.


22 de fevereiro de 2015

Fomos à horta.

Ir a casa da mãe é encontrar em  cada semana uma paleta de cores diferentes.As laranjas estão maduras

As alfaces tenrrinhas




As couves começam a crescer.


Sempre prontos a ajudar os gémeos lá foram com a bisa apanhar folhas de couve para dentro do saco.


  Também para dentro do saco foi um ramo de salsa e um de coentros.



Uma velha cabaça da plantação do ano passado, pende nos ramos que se entrelaçaram na laranjeira.


A um canto cresceu uma enorme serralha, alguns ramos também foram para o saco.
O Tobias adora comer esta erva tenrinha e suculenta.
Antigamente era apanhada só para os animais, mas há pouco tempo fiquei a saber que se vende nas lojas de produtos naturais chá de serralha e que é bom para a má disposição.




Quando aqui estão este bocado de terra é um paraíso para os gémeos, que encontram em cada canto uma maneira de brincar, umas velhas vassouras transformam-se em carros de corrida ou cavalinhos de madeira.
Foi assim quando eu era miúda e continua a ser assim para eles.
Os jogos e a tv, aqui ficam esquecidos, afinal há por aqui um mundo diferente para explorar.



O mandarim aproveita os raios de sol que aparecem neste dia de inverno.



Ao chegar a casa foi hora de tirar tudo de dentro do saco.
O cheiro dos coentros e da salsa espalhou-se pela cozinha., agora vão ser congelados, servirão para juntar a muitos cozinhados.
As couves foram para a panela e com elas foi feita uma sopa de feijão.






  Para o Tobias foram as folhas de serralha.
Uma tarde passada na horta da mãe, com os gémeos, no campo aqui mesmo ao meu lado.







20 de fevereiro de 2015

Calças é complicado? Então e sapatos?


 A saída tinha como propósito comprar calças para ela.
Mas comprar calças, é sempre tarefa difícil.
O modelo de que ela gostava estava esgotado ( estamos à espera de mais volte durante a semana que vem) como se fosse fácil enfrentar novamente uma maratona de despe e veste, mas pelo menos neste dia o martirio foi pequeno.
Entramos na sapataria quase ao lado e de onde há uns anos para cá tem sido a loja onde sem ser de marca lhe compro os ténis e sapatos para mim.
10 pares mais tarde decidiu-se por estes ténis bota.
Desta vez foram só 10 pares porque o seu recorde está em 21 pares, isso mesmo calçou 21 para trazer 1 par de ténis.




 Eu gostei, tem alguns pormenores engraçados além do pormenor do preço. (E sim com 13 anos calça o nº. 41)




 Enquanto ela estava no seu calça e descalça, aproveitei para experimentar uns.

-Oh mãe isso não é nada a tua cara!
E tem razão, não são mesmo nada o meu estilo.
Não tem saltos altos e têm atacadores coisa que eu não gosto


mas são tão quentinhos como confortáveis e podem ser usados tanto com o cano para cima como com o cano recolhido ficando botim.

E assim numa tarde se trocou uma compra de calças por duas de sapatos.
Mas da compra de calças ainda não me safei...



GOSTAM DA PINTA...

Outras PINTAS