21 de dezembro de 2015

A tradição de fazer filhóses






















 Mais um ano que nos juntamos para fazer as filhoses tendidas como se chamam por aqui.
A tradição está só a meio termo, pois agora a bimby amassa em poucos minutos, coisa que antigamente levada horas.
Também a receita é bem mais simples do que a que eu aprendi com a minha avó. Não  leva laranja nem aguardente, nem precisa ficar horas a levedar, Pela sua simplicidade é a nossa preferida.


 Uma tarde de trabalho e cantorias, muitas cantorias, mesmo nenhuma de nós sabendo cantar...

Reportagem fotográfica- Filha mais nova
Cenário- Cozinha da mãe.
Participantes-  Pinta, filha mais velha e netos.
Convidada especial- Mãe, que vai fritando a massa.
Destinatários - Nós, família e amigos.

E como estamos quase quase na noite de Natal, desejo a todos.
        Um santo e feliz Natal 





20 de dezembro de 2015

A árvore das crianças



 Fizeram-me o convite para que com pouco, muito pouco fizesse uma árvore de Natal para a empresa, para ser decorada pelos filhos dos funcionários.
Na garagem haviam paletes, na secretária uma folha de cartolina. Foi só ir à loja comprar bolas tintas e pinceis.
Em pouco tempo e só com duas cores uma palete ganhou vida.
E no dia seguinte as mãos dos pequenos artistas trabalharam afincadamente na pintura das bolas.
























Os miudos tiveram uma tarde divertida.



E a empresa ficou com uma árvore de Natal feita numa palete reciclada que antes estava enconstada a uma parede sem nenhuma utilização..




17 de dezembro de 2015

Quem decapitou a ovelha?


Quem roubou  ovelha do presépio,  a levou para a varanda e a deixou cair no chão?
Quem foi? quem foi?




Eu sei, mas não digo!..


14 de dezembro de 2015

O Natal de 2015



Casa decorada, quase tudo em tons vermelhos





Quase uma cópia do ano anterior


 Os presépios continuam a ser espalhados em vários lados.



 O globo feito com um frasco reciclado




Um pequeno castiçal em massa de modelas que a Joana fez quando ainda andava no infantário.



a árvore que este ano não levou fitas tem resistido às patas da Gris.



 As velas de advento e o cálice que recebi de uma troca de natal e que adoro, serve também este ano de castiçal.



O presépio na sala.




O Calendário de advento da Joana, e outro presépio dão as boas vindas quando entramos em casa.


Dentro de uma pequena gaiola as luzes led iluminam durante a noite. São a pilhas o que as torna muito versáteis.
O velho funil da avó serve de castiçal.



E as chávenas na cozinha.
É assim o nosso Natal em 2015.


10 de dezembro de 2015

Bordados de Natal que formam presentes.


 Pequenos bordados



Fáceis, e sem nenhum segredo algum.




 Linha, agulha e pouco mais.




Muda a cor mas o resultado é igual



 Pequenas bolsas, pequenos presentes.










Depois basta fazer uns embrulhos bonitos, juntando pedaços de lã, corda, contas,  enfim o que a imaginação ditar.




E esperar que o carteiro não se engane na morada.


8 de dezembro de 2015

O primeiro presente de Natal




O primeiro presente de Natal, chegou pelo correio.
 4 pequenos pedaçõs de sabão, mas 4 grandes presentes, feitos em casa de modo artesanal.
A Joana foi tirar a fotografia e disse logo:
-Mãe agredeçe por mim à tua amiga.

Foram-me enviados por uma amiga que só conheço virtualmente, mandou um pedaço para cada uma das mulheres desta familia.
Adoro estas prendas, principalmente por serem feitas, pensadas, e embrulhadas por quem as faz.
Obrigada Eugénia  gostamos muito.

6 de dezembro de 2015

Couves da quinta e não só.


As couves plantadas pelo mano já estão assim. Enormes e bem bonitas.

Afinal ele tinha razão quando disse que no Natal queria comer couves plantadas e cuidadas por ele.

Numa ida a loja das frutas encontrei uma especie de couve. Couve Romanesco.
Pertence à familia da couve.flor.


Fez-me lembrar pequenas àrvores de Natal com os seus tronquinhos bicudos e salientes



Achei-a tão bonita, e como gosto muito de legumes e verduras trouxe esta. Um destes dias vai ser o nosso almoço.
Até breve.

30 de novembro de 2015

Dorme gata, dorme


No fim de semana fez-se a decoração de Natal.
Os vários presépios postos nos devidos lugares, velas vermelhas espalhadas pela casa e mais  alguns  apontamento aqui e ali.
Enquanto ela "Gris" dorme, tudo está no seu lugar, mas quando acorda, bolas da árvore e bonecos começam a andar espalhados no chão.
Aguardo agora chegar a casa e ter a árvore derrubada no chão.
Depois penso:
Ahh, se eu fosse gata faria pior do que ela.
Aquelas bolinhas coloridas estão mesmo ali a pedir uma "patada".
Mas enquanto isso não acontece. Dorme gata, dorme!...


Não te envergonhes se por vezes os animais estiverem mais perto de ti do que algumas pessoas. 
Eles também são teus irmãos.
             São Fracisco de Assis

23 de novembro de 2015

Um cesto cheio de rebuçados ( calendário de advento)



Pedi ás Sras. que fazem a limpeza no escritório que me guardassem os rolos vazio do papel higienico.
Comprei chocolates e o outro material necessário para a execução do calendário e meti mãos ao trabalho.


 Não foi necessário muito tempo para que começassem a surgir pequenos rebuçados recheados com guluseimas.
Lá dentro dois doces. Um para cada um dos gémeos.



 Umas luzinash led


 e um boneco de neve de outas decorações, fizeram o resto


Agora é só esperarem pelo dia 1 de Dezembro para começarem a devorar o seu cesto de doces..

O que é que podes fazer para promover a paz no mundo? 
Vai para casa e ama a tua família.".

                              Madre Teresa de Calcutá: "

22 de novembro de 2015

O velho funil.


No meio de muito lixo e tralha estava o que outrora fora um funil em esmalte.
         -Tu que gostas de coisas velhas queres isto? pergunta a Mãe
         -Não! Já não tem a pega, é melhor ir para o lixo! Respondo

- Sabes é que este funil tem mais de 60 anos, era da tua avó.
Uma vez estava cá em casa eu precisei de um funil (já não sei para quê) mas não tinha, nem podia comprar, pois nessa altura todas as moedas eram poucas para chegarem ao final do mês. Então ela quando cá voltou  trouxe este que era dela.
 Deu o unico funil que tinha. Mas para ela isso não importava nada,

 Ela era assim, dava tudo para ver ou outros bem. ( eu sei e tenho tantas saúdades da minha querida avó).
Depois a vida melhorou, tivemos vários finis, mas eu nunca tive coragem de deitar o velho funil fora e por aqui foi ficando, mesmo sem servir para nada.

Ao ouvir esta história da boca da minha mãe, lembrei-me de uma outra. Um pequeno texto do meu livro de Portugês da 3º ou 4º classe.. Um texto que eu nunca esqueci.
Era mais ou menos assim.

Era uma vez um menino que não gostava que a sua mãe lhe fizesse festas na cara. Ela tinha umas mãos muito feias, asperas e queimadas.

-Mãe tu tens as mãos mais feias do Mundo!

A mãe ficava triste mas à noite enquanto o seu menino dormia, ela aproximava-se e acariciava-lhe o pequeno rosto.

- És tão lindo meu menino!...

 Um dia sem querer o menino ouve uma conversa entre a sua mãe e a avó e  descobre que as mãos da mãe ficaram queimadas, feias e ásperas porque ela o salvou de um fogo.
Era ele bebe e dormia no seu berço, quando numa noite, uma  rajada de vento, fez com que a vela  que iluminava o seu sono tombasse sobre o berço e ateasse fogo à roupa da cama.
A Mãe destemida enfrentou as chamas e salvou o seu menino mas as suas mãos ficcaram para sempre queimadas.

Então o menino com lágrimas nos olhos foi junto de sua mãe afaga-lhe as mãos e diz-lhe

- Mãe!, afinal tens as mãos mais bonitas do Mundo.


Passei a ter um velho funil sem pega e com ferrugem  mais bonito do Mundo, 
Aquele que a minha avó um dia deu á sua nora sem se importar que ficaria sem nenhum.

Um dia quem sabe tenha coragem de o deitar fora, agora não!





GOSTAM DA PINTA...

Outras PINTAS